10 Motivos para fazer o Pré-natal Corretamente

A gestação não é uma doença, mas necessita de acompanhamento adequado para reconhecer fatores de risco. Tem o objetivo de zelar pela manutenção da saúde materno-fetal.

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  1. Modificações no corpo: O que é normal e o que não é

O corpo da mulher sofre profundas modificações durante a gestação. Alguns órgãos como o útero jamais retornam a seu formato após uma gestação. Durante a consulta do pré-natal as orientações adequadas sobre as alterações que são esperadas e como lidar com elas é dever da equipe responsável pelo cuidado com a gestante.

Na ocorrência de modificações que exacerbem o esperado e que possam trazer algum risco para a gestação, a gestante pode receber os encaminhamentos corretos. Desta forma a equipe do pré-natal é a guardiã da saúde materno-fetal durante toda a gravidez.

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  1. Abordagem das principais queixas: situações que são esperadas na gestação

A gestação traz consigo uma série de sintomas próprios da condição atual da mulher, que necessitam de abordagem para reduzir o seu desconforto. Os vômitos são o exemplo mais ilustrativo, mas também são esperados: azia, dor lombar, sonolência, salivação excessiva, alteração da marcha, dentre outros.

Alterações comportamentais como melhora da dieta e a prática de atividade física podem trazer grande impacto na intensidade destes sintomas.

  1. Acompanhamento do tamanho fetal

Pela avaliação da altura de fundo uterino, que tem valores esperados para cada idade gestacional é feita em todas as consultas. Na ocorrência de desvios da normalidade, para mais ou para menos, o médico pode encaminhar a gestante para uma pesquisa mais detalhada.

  1. Solicitação de exames

O acompanhamento da gestante inclui uma série de exames como sorologias para infecções que podem ser danosas para o desenvolvimento fetal.

Hemograma para avaliar a presença de infecções e anemia materna. Classificação sanguínea da mãe para avaliar a possibilidade de incompatibilidade sanguínea materno-fetal.

Também é feita pesquisa de diabetes gestacional e ultrassonografias do primeiro trimestre e morfológica.

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  1. Aferições da pressão arterial

Sabemos que a hipertensão gestacional é a principal causa de morte obstétrica nos países em desenvolvimento. A verificação da pressão arterial faz parte da rotina de consultas, sendo verificada e anotada no cartão da gestante. Em caso de aumentos, a pesquisa de pré-eclampsia é realizada e a paciente possivelmente será encaminhada ao pré-natal de alto risco.

  1. Vacinações

Na gestação há uma rotina básica de vacinas que devem fazer parte do cuidado com a gestante. Geralmente no mínimo devem ser confirmados o estado gestacional em relação ao tétano e hepatite B. Vacinas com vírus vivos são evitados na gravidez.

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  1. Acompanhamento do peso

A pesagem da mulher também é realizada em todas as consultas e anotada no cartão pré-natal. Quando o ganho de peso é insuficiente o feto pode estar recebendo uma quantidade insuficiente de nutrientes e seu conhecimento pode ser prejudicado. Por outro lado o ganho de peso excessivo está associado a hipertensão gestacional e diabetes.

Portanto é importantíssimo aferir o peso da gestante em todas as consultas e fazer o correto acompanhamento, como forma de detectar precocemente as alterações que tragam risco à mãe e seu filho.

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  1. Sulfato ferroso

O início da tomada do sulfato ferroso é importante para tratar a anemia que a mulher possa ter e para garantir uma reserva de ferro tendo em vista os sangramentos decorrentes do parto. O não uso do sulfato ferroso na gestação está associado a anemia materna, restrição de crescimento fetal, desenvolvimento de infecções, parto prematuro e piora das condições maternas em caso de hemorragia pós-parto.

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  1. Ácido fólico

O seu uso deve preceder a gestação como forma de auxiliar na multiplicação celular e principalmente a formação do sistema nervoso fetal. A quantidade insuficiente de ácido fólico é um dos fatores associado ao desenvolvimento de fetos com anencefalia.

Desta forma, orienta-se para as mulheres que estão tentando engravidar para iniciar o uso de ácido fólico.

  1. Classificação do risco

Em todas as consultas o risco da gestante deve ser reclassificado para que o atendimento da gestante seja o melhor possível. Em caso de condições potencialmente danosas para mãe e feto, como o Diabetes Gestacional, a mulher é enviada ao pré-natal de alto risco.

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Fonte:

FREITAS, et al. Rotinas em Obstetrícia. 6ª ed. 2011

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