A Dor do Parto

A dor do parto é uma realidade comprovada cientificamente e que sofre influencia de fatores emocionais e socioculturais. São conhecidas as vias de transmissão dos impulsos dolorosos e medicamentos podem ser usados para reduzi-la, sem atingir a vitalidade fetal.

Trabalho de parto 2

O parto é uma das únicas situações em toda a medicina em que a presença da dor é tratada como um evento esperado e “normal”. É implicada em ideias religiosas, em que foi dada à mulher como castigo pelo pecado original e que a mulher deve sofrer para dar à luz. Quem acompanha trabalhos de parto percebe claramente a diferença que ocorre entre gestantes orientadas e calmas, daquelas que se encontram assustadas e não assumem seu papel como protagonista no momento do nascimento. 

Além da dor, o trabalho de parto exige esforço físico e gasto energético intensos para manter um ritmo adequado de contrações enquanto o fluxo sanguíneo fetal é mantido. Há necessidade de bruscas alterações hemodinâmicas no corpo da mulher para que isso seja possível. Marca uma mudança no organismo feminino no momento em que a mulher passa a ser mãe. 

Segundo Rezende, a produção de catecolaminas(adrenalina) piora o desenvolvimento do trabalho de parto, por interferir com a ocitocina no miométrio. A valorização da dor no trabalho de parto e os métodos para reduzi-la melhoram a sua evolução, a qualidade na assistência e o desfecho materno-fetal.

A gestante bem orientada durante todo o pré-natal, quanto à presença das contrações dolorosas e da importância do seu papel como condutora do trabalho de parto, com auxílio médico somente quando necessário, altera o prognóstico materno-fetal.

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Fontes:

CUNHA, Alfredo. Analgesia e anestesia no trabalho de parto e parto. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Novembro 2010. Vol 38. Nº 11.

MONTENEGRO, C.A.B; REZENDE FILHO, J. Rezende: Obstetrícia Fundamental. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

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