O que é Colposcopia?

Método de avaliação do colo uterino que utiliza uma lente de aumento de forma a ter mais sensibilidade diagnóstica. Idealizada por Hinselman em 1925 é utilizada hoje nos casos em que há alteração no exame preventivo(Papanicolau).

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Como é feito o exame?

Semelhante ao exame de Papanicolau, com aposição do especulo vaginal para localização do colo uterino. É então usado um microscópio binocular com fonte luminosa. Tem capacidade de aumento de 4 a 60 vezes.

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Objetivos:

O principal intuito do exame colposcópico é aumentar a sensibilidade diagnóstica das alterações encontradas no exame de Papanicolau. Por vezes lesões podem passar despercebidas e alterações podem ficar mal definidas, tendo a colposcopia papel importantíssimo na orientação da conduta.

Além disso é uma excelente ferramenta para acompanhamento das pacientes com lesões por HPV. Quando estas se encontram no colo uterino, maior atenção deve ser dada devido ao maior risco de câncer de colo uterino.

Quem deve fazer este exame?

De acordo com a Associação Brasileira de Genitoscopia, são indicações do exame colposcópico:

1. Casos de pacientes com resultados de colpocitologia oncóticas alteradas:

  • Lesão intra-epitelial de baixo grau ou células escamosas de significado indeterminado, em 2 citologias consecutivas.
  • Alterações indeterminadas em células glandulares.
  • Lesão intra-epitelial de alto grau, adenocarcinoma in situ, suspeita de microinvasão ecitologia sugestiva de neoplasia invasiva (escamosa ou glandular).

2. Casos de pacientes que apresentem as seguintes alterações:

  • Lesão intra-epitelial de baixo grau ou ASC-US em uma única citologia.
  • Teste DNA/HPV positivo para vírur oncogênico.
  • Sinusiorragia.
  • Alterações cervico-vaginais observadas a olho nu.
  • Eversões persistentes.
  • DST.
  • Imunosupressão.
  • Pré-operatório de cirurgias genitais e seguimento pós-operatório.

São também usadas substâncias como o Ácido acético e o Iodo para corar lesões não visíveis normalmente. Desta forma há destaque das áreas de maior risco para doenças malignas. A biópsia é então orientada para estas lesões.

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Fontes:

Magalhães, et al. Ginecologia Baseada em Problemas. Faculdade Christus. Fortaleza-CE, 2011.

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