Anticoncepcionais: O que é preciso saber para usar com segurança?

Os métodos contraceptivos são os meios pelos quais é feito o controle da natalidade e a mulher pode ter melhor domínio da sua vida reprodutiva podendo retardar a concepção para um momento que mais lhe favoreça.

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Os anticoncepcionais mudaram a vida das mulheres?

Sim. Houve verdadeira revolução na forma como as mulheres vivem. A possibilidade de controlar a sua fertilidade e escolher o momento mais adequado para engravidar facilitou a participação da mulher no mercado de trabalho.

Hoje as mulheres postergam a gestação para um momento de melhor estabilidade social e financeira, podendo se dedicar mais à sua carreira profissional. Também alterou para menos a quantidade de filhos em cada casamento.

São os medicamentos mais estudados e desenvolvidos pela indústria farmacêutica, nas mais diversas fórmulas e vias de apresentação, desde a década de 70.

São divididos em:

Métodos Reversíveis – comportamentais, de barreira(camisinha), dispositivos intrauterinos, hormonais e de emergência(pílula do dia seguinte);

Irreversíveisesterilização feminina(laqueadura) e esterilização masculina(vasectomia).

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Como escolher o método mais adequado?

Na escolha do método mais adequado para cada mulher diversos fatores devem ser levados em consideração, com importância maior em relação ao desejo da mulher. A decisão por um método contraceptivo pelo qual a mulher não se adapte, gera abandono deste.

Os métodos apresentam variação de eficácia e taxa de falhas a depender da paciente e de sua adesão ao método. Por exemplo as pílulas de progesterona devem ser tomadas sempre no mesmo horário, sendo que uma variação acima de 3 horas já altera a sua efetividade.

A grande maioria das mulheres no Brasil utilizam o contraceptivo hormonal oral combinado como método contraceptivo.

Vale lembrar que o uso de contraceptivos hormonais não substitui o método de barreira, como a camisinha, no que diz respeito à proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

Também devem ser lembrados os efeitos colaterais que porventura possam ocorrer. Aqueles com maior quantidade de estrógenos causam aumento do risco de tromboses e devem ser evitados em pacientes com antecedentes médicos para estas patologias, bem como em pacientes fumantes.

O ganho de peso é um dos efeitos colaterais mais temidos das pacientes. Deve-se à retenção hidrossalina causada pelo aumento da aldosterona através do aumento de estrógenos. A obesidade é outro fator a ser levada em consideração, visto que altera as concentrações hormonais e reduz a eficácia da maioria dos métodos.

OBS: Com esta breve explanação é possível perceber a vasta quantidade de informações sobre o assunto. Postagens subsequentes tratando de cada método separadamente serão encontradas neste link.

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Fontes:

FEBRASGO – Manual de Orientação à Contracepção(2010)

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